sábado, 28 de junho de 2008

NÓ NA GARGANTA



Ouço os passos do fantasma que me persegue. Mesmo em casa, com as portas trancadas, ouço o ruído de sua risada... apesar do nó na garganta e do frio na boca do estômago, não me desespero, pois conheço esse fantasma e não quero que ele se vá.

Quem me dera, outra vez, sentir nos lábios, o beijo apaixonado que lembrasse à minha alma o quão já foi amada... mesmo que esse amor agora, seja só saudade que me aperta o peito e deixa meus olhos rasos d´ água.
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