quinta-feira, 25 de março de 2010

A UM PALHAÇO...


 Harlequin Setead in a Cafe, 
Quadro Pablo Picasso


Um texto sem graça, meu clown! Não repare! Sei que entendes a incongruência de tempo/espaço, (eu cá não entendo muito bem), pois, tens a vantagem de saber que é melhor sorrir em meio ao desespero, ainda que um sorriso triste, já que, como diz o dito na boca do povo, onde o velho vira novo, que "até nas desgraças é preciso ter sorte..." E o palhaço, que sorri diante da vida e da morte entende isso com perfeição, melhor que ninguém. Aplausos ao clown descuidado, que quanto mais graça faz a esta gente, mais parece descontente. Quanto riso na praça; e o clown entristecido, no seu canto recolhido, com a mão no queixo caído, vai de suspiro em suspiro!


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