sexta-feira, 24 de setembro de 2010



Volto-me para dentro de mim
 E percebo que há cantos ainda por demais obscuros...
Ouço o silêncio da tarde que se perde
Ao longe, o pio do gavião...
O vento passa, em rodopios e assobios...
a mente vaga, absoluto vazio...
há uma saída desse fatal labirinto...?
O gato transformou-se em um tigre faminto
que ruge a minha porta...
arranha as janelas e se esfrega nas paredes do meu cérebro...        

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